A história do Dálmata

Dizem que sou daqui e dali, mas nada disso importa porque hoje em dia eu sou do mundo

Fala sério! Ter um astro de cinema em casa não é pra qualquer um. Era eu mesmo que estava lá no filme “Os 101 Dálmatas”, da Disney. Aposto como sua família inteira adorou ver minha raça pintadinha nas telas. Ok. Darei autógrafos para todos. Gosto desse brilho próprio.

Mas essa fama toda é só pra descontar as grandes dúvidas que têm sobre a origem da minha raça. Agora também não faz mais tanta diferença, pois o que conta mesmo é que fiquei famoso.

Uns dizem que surgi na Grécia, outros dizem que foi na Dinamarca, outros ainda dizem que foi na Índia. Particularmente, eu acho que, só porque fiquei famoso, todo mundo fica me disputando. Não ligo... chego a ficar lisonjeado.

O que aconteceu com a minha raça é que ela foi se espalhando pela Europa, na Idade Média e o meu nome acabou nascendo por causa de uma região chamada Dalmácia, onde está a Croácia.

Depois, os Estados Unidos também acabaram me conhecendo e se apaixonaram. Acabei ajudando no trabalho com os bombeiros e até hoje ainda sou o cão preferido deles, por lá. Virei um mascote.

Antigamente, quem tinha uma carruagem para levar seus donos, também tinha um dálmata para exibir ao lado dela. Esse era o luxo da época. Vai entender os humanos.