A história do Lhasa Apso

Sinceramente? Eu acho minha história uma das mais bonitas de todas as raças caninas. Já começa que ninguém menos do que Maurício de Souza, nosso mestre dos quadrinhos, me colocou para fazer parte de suas histórias como Floquinho, o cãozinho do Cebolinha. Pois bem, atualmente sou um astro!

Mas várias histórias rondam a minha grande trajetória. Em épocas passadas eu guardava os mosteiros e os templos do Tibet, que eram lugares exclusivos dos nobres e religiosos. Pense...não é tarefa para qualquer um.

O meu nome não poderia ser outro. A capital do Tibet é Lhasa e Apso quer dizer sentinela (que late). Muito apropriado.

O fato é que eu agrado muito por ter uma história bonita que é meio sagrada e meio de astro de cinema e, além desses atributos, todos gostam de mim por eu ser um cão pequeno, com uma pelagem sofisticada que me confere uma beleza ímpar. Mas o que você não pode deixar de saber é que desde os tempos de minhas estadias no Tibet, espalhou-se que eu sou um cão que traz muita sorte. Tem mais. Sou um excelente cão de companhia e de guarda (significado de Apso, lembra-se?).

Não é somente no Tibet que sou considerado uma raça que significa o mesmo do que ter um diamante valioso no cofre. Vários outros países adotaram a minha raça e sentem-se com um verdadeiro tesouro dentro de casa. Imagina que até no palácio do Dalai Lama moravam os Lhasas mais valiosos e bonitos.

O Brasil foi contemplado com a chegada da minha raça em 1966, pelo criador Denis Duveen. Admiro esse homem, tanto quanto o Maurício de Souza que divulgou a minha raça em terras tupiniquins.

Depois disso tudo, quem é que não vai também querer ter um exemplar, como eu, por perto?